terça-feira, 29 de maio de 2012

Repensando a Oficina de Música


Considerando a adoção da Arte pela Igreja como decoro e instrumento de fluidez e facilitação na compreensão dos Ritos, textos, gestos e símbolos de nossa mais sublime  ação, a Celebração da Santa Missa;

Considerando que a Música tem um poder de conduzir o ouvinte a sensações verdadeiramente  idênticas àquelas sentidas por Agostinho, de “insólita estupefação” diante do esplendorismo das harmônicas celebrações de Santo Ambrósio;

Considerando a triste realidade da falta de formação litúrgico-musical de grande parte dos agentes da Música Litúrgica, que conduz nossas celebrações para momentos mais de entretenimento do que de verdadeira experiência de oração e contemplação dos mistérios salvíficos;

Considerando ainda que a arte musical, por si só, nos leva a explorar as riquezas culturais produzidas no decorrer de todo o evoluir humano;

Vimos por bem fazer uma releitura dos benefícios que poderiam ser gerados a partir de uma Oficina de Música incentivada pela própria Igreja. Sem privar-se do que está no mundo (já que nele estamos inseridos), nos apropriaremos, para o Ensino da Música nesta Oficina:

1.            da cultura popular brasileira e estrangeira

2.            da música litúrgica, objetivando uma atuação futura dos aprendizes na condução do canto ritual para uma autêntica celebração da glória de Deus e santificação dos fiéis.

Nosso objetivo está em torno de uma formação integral dos aprendizes musicais. Um cultivo da alma, do espírito, do corpo. Cultivar também o desenrolar histórico da expressão artística-musical e promover uma participação ativa, consciente e frutuosa na comunidade cristã através da Música.

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